Enquanto digito esses caracteres, ouvindo Tiny Dancer do Elton John, ouço alguém narrar dentro da minha cabeça: “sentada em frente ao computador, com as pernas cruzadas e pés decalços, Elis, com uma blusa verde de algodão macio e short azul xadrez de musselini, escreve o segundo post do sétimo blog da sua vida sobre o filme que viu antes de ontem no Espaço Unibanco.”
Em Mais Estranho do que a Ficção, Harold Crick é um freak de repartição pública que começa ouvir uma voz feminina, enquanto escova os dentes, com sotaque inglês, narrando seu cotidiano, como se ele fosse o persongem de uma história. E você está ali no escurinho do cinema, vendo o personagem do filme tomar consiência que ele faz parte de uma história – de um livro. Metalinguagem?
Mais estranho que a ficção/ Rascunho do começo do ano
6 06 2007Comentários : Deixar um comentário »
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