Ir

22 04 2009

Às vezes, umas nuvens cinzentas vem me visitar. Tenho deixado que elas chovam. O ciclo das águas se faz. No tempo da natureza, a chuva vai molhar a terra, deixá-la fértil, como tem que ser. Aí, para de chover. As plantas se refrescam e o sol volta a brilhar. A água evapora e novas nuvens surgem, naturalmente.
O único problema é o aquecimento, que está invertendo as estações.
*
Ainda vou atingir um estado como o das cachalotes, que nadam tranquilamente em mar aberto.





Magic day

21 04 2009

“The greatest thing you’ll ever learn is just to love and be loved in return”.





Sossego

21 04 2009

Numa aula de literatura do colégio, a professora falou sobre a época que era universitária. Ela fez Artes Cênicas na Unicamp. Num fim de semana, quando voltou pra São João, percebeu pela primeira vez as marcas do tempo no rosto dos pais. “Notei que minha mãe tinha envelhecido, enquanto ela abria o portão pra mim”.





Singelo

21 04 2009

Eu seria um homem de bigode.





Reconheça em si a autoridade para comandar sua própria vida

21 04 2009

O título do post trouxe alguém para esse blog numa busca do Google. Achei um fato interessante e me fez rir de uma piada interna que tenho aqui comigo mesma.

Uma prima mais velha, que sempre foi minha tia, me deu de presente um livro Augusto Cury. Ela me disse que adora ler. E ela sabe que eu também.

Isso tudo me fez lembrar de uma proto-teoria desenvolvida durante a viagem, quando li em espanhol um livro do Paulo Coelho.





Re-volta

16 03 2009

Hoje faz um mês que estou de volta a São Paulo.
Por fora, nada parece muito diferente. O clima finalmente amenizou. Os dias andam esquisitos pra mim, mas é um lance bastante individual.
Espero que a gente possa ter um outono de verdade. Me encanta a mudança de estações. ; )





Santander, na Espanha, saudade.

1 02 2009

Depois de quase 3 meses de estrada, a saudade começa a se manifestar de um jeito diferente e intenso.

Algumas pessoas que eu encontro pelo caminho estao se transformando lembranças. Outras, histórias que eu vou contar pra outras pessoas quando voltar pro Brasil. Também é estranho pensar que muito lugares por onde passo, vejo pela primeira e última vez na vida. Isso me faz estar mais atenta aos detalhes. Sei que é impossível sentir saudade do que nao aconteceu, mas me sinto assim às vezes.

Mais racional, no entanto, é a saudade que bate dos meus cantinhos. Meu quarto. O cheiro de amaciante no lençol lilás. A luz que entra pela janela de manha, filtrada pela cortina branca.





Dublin and back to Amsterdam

13 01 2009

Elis zegt:
And I was thinking the van Gogh postcard reminded me of the fact that life is a bit like that, it branches out unexpectedly sometimes and you never know, there might be the most beautiful flower coming out at the end of it.

Elis zegt:
from my new friend in dublin.

Joost zegt:
with that in mind you should try to bloom as soon and long as possible

Elis zegt:
but it already branches out unexpectedly…

Elis zegt:
the end is not that important cause “you never know”

Joost zegt:
so then you should try to have multiple ends

Elis zegt:
how?

Joost zegt:
by keep reinventing yourself





I am Sterdam

7 01 2009

-Babe, we could be happy together, don’t you think?
-Aren’t we happy now?
-Yes, we are, but you know what I mean, don’t you?
-…





?

25 12 2008

Este o primeiro Natal sem meu pai.
*
No ano passado, a gente brincava que o Natal desse ano passariamos todos juntos na Italia.
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Estou num internet point em Florença agora. Ontem vi o Papa pelo telao na praça de Sao Pedro, em Roma.
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Meu pai teria se emocionado.
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Parei com essa historia de tentar entender.